quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Beleza Oculta

 

Você já assistiu a um filme que fez você refletir sobre várias partes da sua vida e até mesmo repensar inúmeras atitudes que tomou em diversas situações?


Se você nunca teve essa experiência, Beleza Oculta é o filme indicado para que você tenha!

Com um elenco talentosíssimo que conta com nomes como Will Smith e Kate Winslet, Beleza Oculta é capaz de nos transportar a lugares de nossos pensamentos que nem sabíamos que era possível chegar. O filme explora temas profundos e emocionantes, utilizando a narrativa de forma única para nos levar a uma jornada introspectiva.

Diferente do que muitos críticos podem afirmar, Beleza Oculta não é apenas sobre luto de uma forma superficial. Em vez disso, ele mergulha na complexidade do luto e como ele pode afetar até mesmo a pessoa mais bem-sucedida e feliz que conhecemos, muitas vezes sem que essa pessoa perceba. O filme revela como o luto pode se manifestar de maneiras inesperadas e como ele pode afetar nossa vida emocional e nossas relações pessoais, mesmo quando tentamos esconder ou ignorar esses sentimentos.

Will Smith entrega uma performance intensa e tocante como um pai que está lutando para lidar com a perda e encontrar um sentido em meio à dor. A forma como ele aborda o luto e as suas próprias falhas é verdadeiramente comovente e nos faz refletir sobre como cada um de nós lida com a perda de maneira diferente. Kate Winslet, por sua vez, oferece uma atuação profundamente emocional e sólida, complementando o elenco com sua habilidade de trazer profundidade a qualquer papel.

A beleza do filme está na forma como ele nos faz confrontar nossas próprias emoções e o impacto que a perda tem em nossas vidas. Através de encontros inesperados e momentos de auto-descoberta, Beleza Oculta nos desafia a confrontar o que realmente significa viver com a dor e a importância de buscar a cura e a reconciliação.

Com uma narrativa que mistura drama e momentos de reflexão, Beleza Oculta nos convida a olhar para dentro de nós mesmos e considerar como podemos encontrar a beleza mesmo em meio ao sofrimento. É um filme que não apenas toca o coração, mas também nos faz repensar nossas próprias vidas e atitudes, tornando-o uma experiência cinematográfica que ressoa muito além da tela.


sexta-feira, 1 de abril de 2022

Morbius: por que o filme não levou tanta gente ao cinema?


Morbius
é um filme bastante esperado por vários amantes dos super-heróis, anti-heróis e vilões pelo mundo afora. No entanto, pouca gente quis conferir a estreia do longa no cinema.

Por que será que as pessoas estão deixando de ir ao cinema após ouvir e ler críticas que destroem os personagens que eles tanto aguardaram nas telonas? 

Será que o filme é tão ruim quanto os entendedores estão dizendo? Ou tá todo mundo muito chato e só quer ganhar likes na Internet falando mal dos outros é só a galera que não sabe apreciar filme de baixo orçamento? Tá cada dia mais difícil encontrar um filme que agrade a todos os fãs, mesmo porque nenhum deles é Homem-Aranha: Sem volta pra casa (e ainda assim tem uns haters hein).

Diante dessa polarização, é importante analisar o que pode ter levado Morbius a enfrentar uma recepção tão fria nos cinemas. Um dos fatores principais é a expectativa gerada em torno do filme

Quando se trata de produções de super-heróis, o público costuma esperar um padrão elevado, tanto em termos de roteiro quanto de efeitos especiais. Comparado a outros filmes do gênero, Morbius acabou sendo visto como uma produção mediana, o que decepcionou aqueles que esperavam algo no nível dos grandes sucessos da Marvel.

Além disso, as críticas severas logo após a estreia contribuíram para uma imagem negativa do filme.

Em um mundo onde as opiniões nas redes sociais têm um peso significativo, muitos espectadores podem ter decidido não investir seu tempo e dinheiro no filme ao se deparar com tantas avaliações negativas. Isso cria um efeito cascata: quanto mais se fala mal de uma obra, mais ela afasta o público em potencial.

Outro ponto a ser considerado é o desgaste do público com a saturação de filmes de super-heróis. Após anos de lançamentos consecutivos e bombardeio de marketing, é natural que as pessoas fiquem mais seletivas e, em alguns casos, cansadas desse tipo de narrativa. Para Morbius, que é um personagem menos conhecido e com uma trama menos envolvente, essa falta de novidade pode ter contribuído para o desinteresse.

Por fim, a questão da pandemia também não pode ser ignorada. Mesmo com o avanço da vacinação, muitos espectadores ainda preferem a segurança de assistir a filmes em casa, especialmente quando a obra em questão não oferece um motivo forte o suficiente para se arriscar em uma sala de cinema.

Assim, Morbius talvez não seja o pior filme de super-herói já feito, mas certamente é uma vítima das altas expectativas, do contexto atual do cinema e da saturação do gênero. Para quem está disposto a dar uma chance e assistir sem esperar um novo Vingadores, talvez o filme possa surpreender positivamente.

E aí, você assistiu? Concorda? Deixa aí nos comentários pra gente saber!

domingo, 20 de março de 2022

The Batman: por que esse é o melhor filme do Batman?


The Batman sem dúvida chegou para encantar o público que esperava tudo de Robert Pattinson como o maior herói de todos os tempos. Até eu, que nunca aceitei o Morcegão como super-herói saí do cinema apaixonada por aquela representação que eu nem sabia que esperava durante toda a vida.

De fato, o meu super-herói favorito sempre foi o Superman por ele ser tudo o que eu acreditei que o Batman jamais conseguira ser. E foi em The Batman que eu tive a grata surpresa do Battinson trazer à tona toda a esperança e instinto heroico que eu sempre procurei mesmo que inconscientemente.

O maior fato é que, se você esperava por mais um dos filmes em que o Batman só se importava consigo mesmo, o filme realmente não foi tão bom. Na verdade, eu acredito muito que todas as pessoas que idolatram o Morcegão e desprezam o Super têm questões pessoais relacionadas a essa escolha. 

Em minha defesa, digo isso por ser exatamente o que sinto em relação à família El. Ou seja, sempre vi a esperança como um dos superpoderes mais bonitos da vida. Sendo assim, o Kent é a personificação perfeita de meus ideias de vida, deu para entender sem querer me dar uns tapas? 

É como se ao escolher o lado sombrio do Bruce Wayne, essa escolha refletisse na forma como você enxerga a sua vida e tudo ao seu redor. E, na hora em que o senhor Wayne deixa de ser o pessimista que pensa muito em fazer tudo de seu próprio jeito (em partes, é claro), a admiração pelo personagem cai por terra.

Decerto, o Batman que eu sempre quis bem lá no fundo do meu coração foi representado de todas as maneiras pelo Pattinson. De certa forma, a atuação de Robert derrubou todas as barreiras que me impediam de aceitar o Batman como superherói. E não é assim que os atores tornam-se heróis de verdade? 

Matt Reeves trouxe um roteiro impecável que trata um lado diferente do que o público das telonas está acostumado. Certamente isso foi o que me fez acreditar que o Cavaleiro das Trevas definitivamente têm um lado humano que ele esquece de mostrar de vez em quando. 

De forma geral, apesar de muita gente achar o filme maçante e longo demais, eu curti cada momento com muita empolgação. As cenas de luta são ótimas, muito bem dirigidas e com uma delicadeza de não deixar que fugissem do sentido inicial do filme: a vingança.

E é exatamente quando a vingança dá lugar à fé de que as coisas podem ser diferentes e melhores dependendo de um ponto de vista que o filme me ganhou. Confesso que saí da sala aos prantos de ver aquele que para mim nunca foi nada além de vilão transformar-se no maior herói que os seres humanos poderiam ter.

É engraçado pensar que The Batman me fez ver que tudo o que alguém precisa para mudar o jogo é ser otimista e acreditar em si mesmo. E é por isso que esse filme me fez ter tanto orgulho de fazer parte de um grupo de pessoas que acredita que os dias podem ser melhores.

Em tempos sombrios, ter fé de que teremos dias melhores nos mantém vivos. Assim como The Batman traz confiança em tempos mais bonitos, devemos ser o guia dos perdidos no mundo. Em tempos sombrios, ver o mundo com outros olhos faz a vida ser mais simples.

Me conta aqui nos comentários: você teve uma visão diferente do filme? Quero saber o que você sentiu ao assistir The Batman!


terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Por que homem aranha sem volta para casa é uma carta de amor aos fãs?

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa

Há quase dois meses da estreia do tão esperado longa, ainda existem comentários, memes, fotos emocionadas falando sobre esse filme que, por muitos, é considerado como uma obra de arte. 

"Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa" ultrapassou a barreira de filme de super-herói para tornar-se uma verdadeira carta de amor aos fãs que cresceram assistindo às aventuras do Amigão da Vizinhança.

Desde os primeiros minutos, fica claro que este filme não se propõe apenas a contar uma nova história, mas a homenagear toda a trajetória cinematográfica do personagem que começou em 2002 com o primeiro filme do Homem-Aranha, dirigido por Sam Raimi.

O longa-metragem abraça o conceito do multiverso de forma brilhante, trazendo de volta não só vilões icônicos de outras franquias do Homem-Aranha, mas também os próprios "Peter Parkers" interpretados por Tobey Maguire e Andrew Garfield. Este é um momento único na história do cinema, onde três gerações de fãs se encontram e celebram juntas o legado do herói.

Além das cenas de ação emocionantes e dos efeitos visuais de tirar o fôlego, "Sem Volta Para Casa" entrega momentos de pura nostalgia e emoção. Ver Tobey Maguire novamente em seu traje, ou Andrew Garfield finalmente tendo a chance de salvar alguém em uma queda semelhante à que vitimou Gwen Stacy, são cenas que tocam profundamente os fãs que acompanharam essas histórias por anos.

O roteiro, cuidadosamente trabalhado para equilibrar humor, drama e ação, faz com que cada personagem tenha seu momento de brilho, e é evidente o carinho e o respeito que os roteiristas e o diretor Jon Watts têm pela história do Homem-Aranha. Ao final, o filme consegue unir gerações e deixar uma mensagem clara: o Homem-Aranha é, e sempre será, um símbolo de resiliência, sacrifício e responsabilidade.

"Sem Volta Para Casa" satisfaz as expectativas dos fãs, e ainda vai além, proporcionando uma experiência cinematográfica que ficará marcada na história, não só como um filme de super-herói, mas como uma celebração à figura do herói que cresceu e evoluiu com seu público.

sábado, 12 de junho de 2021

Dia dos namorados: o que assistir para aquecer o coraçãozinho

Hoje, 12 de junho, é comemorado o dia dos namorados aqui no Brasil. A tradição é que os apaixonados troquem presentes e passem momentos gostosos juntos para lembrar do quanto se amam e gostam da companhia um do outro.

Este ano, o clima está bem friozinho por aqui, então nada melhor do que preparar as cobertas, uma pipoca e curtir uns filminhos românticos juntinho do mozão. E se você não tem mozão ou não mora com ele e está respeitando o distanciamento certinho, pega aquela caneca grandona de chocolate quente com um baldão de pipoca e bora escolher um dos títulos que serão citados a seguir.

Separei cinco títulos bem gostosinhos de assistir, vamos lá?


1- A Barraca do Beijo

Disponível na Netflix, a barraca do beijo é um romance super fofo com todo aquele drama adolescente que a gente ama e sonha a vida toda em ter algo assim. Muito divertido e cheio dos clichês mais românticos e atuais do universo cinematográfico. Vale bastante a pena assistir a esse filme e a melhor parte é que já tem o 1 e o 2 para ver sequencialmente. Prepare-se para se apaixonar e viver junto com a Elle uma historinha bem gostosinha!

2- Simplesmente Acontece

Um dos meus filmes favoritos da vida tinha que estar nessa lista de recomendados, né? Simplesmente acontece é um romance gostoso, simples e que vai acontecendo naturalmente mesmo com todos os empecilhos colocados no meio do caminho do casal apaixonado. Sam Claffin é um dos meus galãs favoritos e sempre derrete meu coração, mas isso não precisa ser muito considerado, já que o filme também tem a maravilhosa Lily James! Prepara o lencinho e o coraçãozinho porque essa é uma obra criada especialmente para mexer com os sentimentos até de quem nem lembra que tem!

3- Ironias do Amor

Aquele romance cheio de reviravoltas e que faz a gente acreditar que o amor acontece exatamente quando tem de acontecer! Esse filme me faz chorar todas as vezes que eu o assisto exatamente por ser tão guiado ao final feliz de todas as formas possíveis. Há quem diga que é cheio de gatilhos emocionais, de coisas que despertam sentimentos ruins, mas eu prefiro acreditar que ele mostra que mesmo tendo o lado ruim de algumas situações, existe o lado bom de todas elas: basta sabermos onde, quando e por quanto tempo procurá-las.

4- Da Magia à Sedução

Esse sem dúvidas é um dos meus favoritos da vida toda - ok, estou indicando só os favoritos mas é isso -. Um filme que me marcou desde que eu assistia quando era bem criancinha. Que envolve toda a magia e poder que uma mulher tem mesmo sem nem imaginar que é capaz de tanto. Além de ter Sandra Bullock e Nicole Kidman como as bruxas mais lindas do universo cinematográfico, esse filme não é só um romance bobinho. Ele mostra MUITO o poder feminino em sua forma mais pura e, se você não presta atenção perde o contexto total desse romance leve e gostosinho. Cada vez que assisto fico mais encantada com a forma como essa obra lida com a virtude da magia que cada mulher carrega em si. Está super recomendado para as mulheres que desejam se amar mais do que tudo!

5- A Teoria de Tudo

Para fechar com chave de ouro, o filme que conta a história de amor do astrofísico Stephen Hawking. Cheio de superação e muito amor, neste filme nós vemos a vida amorosa, as dificuldades e nos apaixonamos pelo casal que se surpreende a cada obstáculo superado juntos. Um exemplo de como casais devem lidar uns com os outros. Vale muito a pena assistir para se inspirar e não aceitar menos do que você merece seja neste ou no seu próximo relacionamento.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Hellboy II: O Exército Dourado (2008)

Já que começamos com o garotinho do inferno, continuemos, né? Hahaha!

Bom, no segundo filme, eu já estava mais aberta e acostumada aos personagens, diria que até apegada. A sequência trouxe um visual ainda mais fantástico, graças à mente criativa de Guillermo del Toro. A mistura de criaturas bizarras e encantadoras, somada à estética de contos de fadas sombrios, fez com que o filme se destacasse visualmente. Foi aqui que me peguei verdadeiramente envolvida pela mitologia do universo de Hellboy.

O que mais me chamou a atenção foi como o filme equilibrou a ação frenética com momentos de pura emoção. Diferente do primeiro filme, que foca mais no surgimento e aceitação do Hellboy como herói, essa sequência vai além e aprofunda as questões internas dos personagens. O Hellboy não é apenas um cara forte e sarcástico que enfrenta monstros; ele carrega o peso de ser uma criatura que vive entre dois mundos, sempre questionando seu papel tanto entre os humanos quanto no mundo sobrenatural. E acho que esse dilema é algo que faz a gente simpatizar ainda mais com ele.

Outro ponto que achei interessante foi o desenvolvimento da relação dele com a Liz Sherman. No primeiro filme, a dinâmica entre eles já era intrigante, mas em "O Exército Dourado", essa relação evolui e traz momentos mais sensíveis. As interações entre os dois mostram que, mesmo em um universo cheio de seres mitológicos e ameaças sobrenaturais, os dramas pessoais e as questões de relacionamento ainda são centrais para os personagens. Isso cria um contraste bonito com as batalhas épicas e os cenários grandiosos que o filme oferece.

Ah, falando em batalhas épicas, o vilão desta vez, o príncipe Nuada, é simplesmente fascinante. Ele é um daqueles antagonistas que a gente consegue entender, sabe? A motivação dele para despertar o Exército Dourado e proteger o mundo místico da extinção faz com que, em alguns momentos, você até questione se ele está realmente errado. Essa dualidade é algo que gosto muito em filmes de fantasia: nem sempre o vilão é simplesmente "malvado". Há camadas, motivações e um propósito, e isso torna a trama muito mais envolvente.

Além disso, o filme nos presenteia com Abe Sapien, que ganha um destaque maior nessa sequência. Ele, assim como Hellboy, está em uma jornada de autodescoberta, e vê-lo lidando com seus próprios conflitos internos traz uma camada extra ao filme. A amizade entre Abe e Hellboy também cresce e se solidifica, oferecendo momentos de leveza e, ao mesmo tempo, de profundidade emocional.

No geral, “Hellboy II: O Exército Dourado” consegue ser uma sequência ainda mais impressionante e envolvente que o primeiro filme. As criaturas são mais complexas, os cenários são de tirar o fôlego e os dilemas dos personagens nos fazem refletir sobre temas mais universais, como identidade, pertencimento e escolhas morais. Para mim, foi uma experiência imersiva, que me fez torcer ainda mais pelo Hellboy e sua turma. Definitivamente, um filme que soube expandir e enriquecer o universo criado por del Toro.

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Cidade Invisível: o folclore brasileiro nas telinhas

Cidade Invisível é uma série baseada na literatura fantástica brasileira com um elenco sensacional que teve sua estreia em 5 de Fevereiro de 2021. A história foi desenvolvida e adaptada pelos roteiristas Raphael Draccon e Carolina Munhóz e assinada pelo diretor Carlos Saldanha.
Cidade Invisível dá vida a personagens do folclore brasileiro em um enredo brilhante cheia de mistérios e descobertas capaz de prender os telespectadores no sofá desejando como nunca o desenrolar da trama.
Há algum tempo muitos brasileiros gostariam de ver algo que lembrasse nossas raízes. Ao pensar em obras que trabalharam para incentivar e endeusar nosso querido folclore brasileiro, só me vem a memória espetáculos infantis como O Sítio do Picapau Amarelo e O Castelo Rá-tim-bum, ambos voltados ao público infantil. 
Não consigo me lembrar no momento de alguma produção cinematográfica para os maiorzinhos que tenha ligação ao querido folclore brasileiro. (Me contem se lembrarem de algo, quero ver também) E é aqui que entra a nostalgia e a tarefa um pouco difícil talvez, em adaptar uma herança cultural tão forte, tão presente, tão amada e ao mesmo tempo tão temida por muitos de nós.

A série se passa nos dias de hoje, nos arredores do Rio de Janeiro para ser mais específica, em um vilarejo com nome Vila Toré e conta a história de um detetive da Polícia Ambiental que encontra um boto cor-de-rosa morto na praia, o que acaba por envolvê-lo em uma busca frenética para desvendar a história de um assassinato que o faz se deparar com coisas que a sua imaginação não o permite acreditar.
Eric (Marco Pigossi) começa a descobrir que existe um mundo de criaturas folclóricas fantásticas escondido dentro do nosso mundo real. E envolve-se cada vez mais com sua nova descoberta a fim de respostas e obviamente de provas capazes de evidenciar tudo o que ele está descobrindo e tem receio de estar enlouquecendo.
Cidade Invisível traz criaturas como a Cuca (Alessandra Negrini), o Saci (Wesley Guimarães), o Curupira (Fábio Lago), o Boto (Victor Sparapane), Caipora (Jimmy London) e Iara (Jessica Cores) disfarçados em nosso *mundo real* em uma luta contra um inimigo que se reergueu contra eles depois de muito tempo e usa corpos humanos para se manifestar e ir atrás daquele que o matou com o intuito de vingar sua própria morte.
Confesso que fiquei encantada com a beleza da série e a adaptação dos personagens como pessoas reais, com trabalhos e vida de humanos reais, vivendo quietinhos até que algo os incomode e eles precisem agir. 
A Cuca é dona de um bar onde tem o Caipora como uma espécie de segurança (não entendi muito bem o papel dele, seria um faz tudo, o que faz o trabalho sujo, sabe?) e a Iara encantando a todos com sua voz maravilhosa. Saci aparece como um empregado da Cuca, mas que faz uns serviços externos e esporádicos enquanto o mais poderoso deles, o Curupira, que costumava ser o líder do bando, vive lamentando-se e com medo de viver ou de que algo vivesse para vir atrás dele e vingar-se.
A primeira temporada foi devorada por nós aqui como se não houvesse amanhã 😂 e já estamos aguardando a próxima temporada ansiosamente.
Obrigada Netflix por esta obra-prima!
Valeu super a pena nossas horas investidas em desvendar os mistérios da Cidade Invisível.